@PHDTHESIS{ 2024:2137898087, title = {Análise do feedforward, eletromiografia e força muscular em voluntários do grupo de risco para covid-19 submetidos a um protocolo de exercícios domiciliares: ensaio clínico randomizado, controlado, cross over}, year = {2024}, url = "https://bdtd.unifal-mg.edu.br:8443/handle/tede/2676", abstract = "Introdução: O Diabetes Mellitus (DM) é um distúrbio metabólico grave que leva à hiperglicemia crônica, condição patogênica que pode incluir defeitos na secreção e/ou ação da insulina. O DM tipo 2 (DM2) pode induzir a neuropatia e consequente redução da força muscular. Este estudo foi dividido em quatro etapas. Na primeira etapa objetivou-se aplicar o Questionário de Atividades de autocuidado com o Diabetes (QAD) em voluntários portadores de DM2 durante a pandemia do COVID-19; na segunda etapa foi proposto um instrumento para mensurar a força isométrica dos músculos flexores dos pododáctilos individualmente por meio de um dinamômetro isométrico específico de fácil reprodutibilidade e baixo custo; na terceira etapa o objetivo foi comparar os resultados da termografia, oximetria e baropodometria dos pés antes e após um programa de exercícios para a musculatura intrínseca dos pés em voluntários portadores de DM2; e na quarta etapa o objetivo foi avaliar os efeitos de dois protocolos de exercícios domiciliares de fortalecimento para os pés sobre os sintomas neuropáticos e as atividades de autocuidado em DM2, avaliar o tempo de resposta motora por meio do PhysioPlay e avaliar a força do músculo flexor curto dos dedos através da eletromiografia e dinamometria de ambos os pés de voluntários portadores de DM2. Método: 109 voluntários com diagnóstico prévio de DM2 foram randomizados em dois grupos: Controle (GC) e Intervenção (GI). Ambos realizaram dois protocolos de exercícios domiciliares por 30 minutos três vezes na semana para fortalecimento da musculatura intrínseca dos pés, sendo avaliados antes e após cada protocolo. Houve um período de washout de dois meses, após esse período as intervenções foram realocadas de modo cross-over. Resultados: O QAD apresentou alterações significativas no GI; no instrumento proposto os resultados demonstraram ICC excelente em todos os dedos; houve diferença estatística em alguns parâmetros da termografia principalmente no GI; a oximetria apresentou aumento no terceiro e quarto dedos esquerdo no GC e diminuição no primeiro e quarto dedos direito no GI; na baropodometria, houve aumento da pressão média em ambos os pés nos dois grupos com os olhos abertos, a pressão máxima com os olhos fechados diminuiu no pé direito no GI, os dados estabilométricos apresentaram diferença estatística na maioria dos parâmetros em ambos os grupos; o ESN apresentou sintomas leves com diminuição após exercícios em ambos os grupos; no ECN houve aumento do escore no GI; no tempo de resposta motora do GC com os olhos abertos houve diminuição do tempo na abdução do quadril direito à 10° e aumento à 20°, com os olhos fechados houve diminuição no quadril esquerdo à 10°, no GI houve aumento no quadril direto à 10°; a eletromiografia não apresentou resultados significativos; na dinamometria a força dos músculos flexores dos dedos aumentou no GC no hálux e quarto dedo direito e, no segundo, terceiro e quarto dedos esquerdo e no GI aumentou no segundo, quarto e quinto dedos direito e, segundo, terceiro e quarto dedos esquerdo. Conclusão: Os achados atendem ao objetivo do estudo evidenciando que os exercícios para o fortalecimento da musculatura intrínseca dos pododáctilos foi um fator primordial para a mudança dos parâmetros avaliados. Podemos perceber que pequenas mudanças na rotina de cuidado de voluntários diabéticos são essenciais para a melhora do enfrentamento da doença e prevenção de lesões associadas.", publisher = {Universidade Federal de Alfenas}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Biociências Aplicada à Saúde}, note = {Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação} }